Blog da Professora Simone Fonseca
Este blog foi criado com a intenção de enriquecer as aprendizagens produzidas na escola. Tem como objetivo acrescentar imagens, leituras, vídeos que possam ilustrar o que estamos aprendendo e desenvolvendo em nossas aulas. Espero que os alunos frequentem bastante o blog e que também possam participar deixando comentários ou sugerindo postagens, indicando outros blogs, links e, quem sabe, criando seu próprio blog! Afinal, o conhecimento hoje se constrói através das conexões e interatividades.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
sexta-feira, 16 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
LER DEVIA SER PROIBIDO
Você também acha que LER DEVIA SER PROIBIDO?
Veja o vídeo e deixe seu comentário.
A influência da mídia na prática de atividades físicas
Um olhar crítico sobre as informações que nos bombardeiam, através dos vários mecanismos de comunicação utilizados para “convencer” a população sobre a importância de praticar atividades físicas, deve basear-se numa profunda análise das intenções reais que podem estar implícitas.
Observe que os vários tipos de mídia, como os jornais ou a televisão, têm uma ampla influência sobre nossas experiências e sobre a opinião pública, não apenas por afetarem nossas atitudes de modo específico, mas por serem, muitas vezes, o único meio de acesso ao conhecimento do qual dependem muitas atividades sociais (GIDDENS, 2001 p.367). Desse modo, a tomada de decisão sobre a prática de atividades físicas pode ser influenciada por um modismo, reforçada por jargões, e não por uma necessidade consciente de buscar um estilo de vida mais ativo e mais saudável. Já para aquela parte da população que, por vários motivos, não adere a esse movimento de busca da saúde por meio de exercícios, os meios de comunicação têm outro tipo de apelo, com um marketing que apresenta várias formas para adquirir um corpo bonito e saudável.
Basta pegarmos algumas dessas revistas sobre a prática de atividades físicas e logo encontramos em suas capas receitas milagrosas, como: “perca 5 kg por semana sem esforço” ou “reduza 5 cm de cintura comendo de tudo e sem esforço”, e outra “trabalhe seu abdômen sentado em frente da TV, comendo pipoca, e terá o resultado de 500 abdominais em apenas 10 minutos”.
Você identifica quem são os maiores beneficiados com a veiculação destas propagandas?
Algumas empresas utilizam-se da imagem de ídolos esportivos com a intenção de dar mais credibilidade a seu produto. Esses atletas são representações do mito moderno, utilizados como “modelo” de corpo perfeito e de sucesso, vinculando-se o produto apresentado à sua imagem.
Aqui devemos esclarecer o que é mito e mito moderno.
Mito
Do grego mýthos, significa palavra, discurso, ação de recitar, mensagem, anúncio. Relata grandes eventos, grandes feitos dos antepassados, dos deuses, dos heróis. E, quando o mito é contado”, merece adesão por parte daqueles que ouvem: é verdadeiro e deve ser aceito como tal. Distingue- se da lenda, considerada uma narrativa não verídica. Saúde é o que interessa! O resto não tem pressa! 133
Educação Física
Mito moderno
Refere-se ao mito do super-herói, da estrela de cinema, do grande desportista, etc. Observe-se que, no caso dos mitos modernos, os ídolos despem-se do caráter sagrado, como no mito primitivo. Não são deuses nem espíritos que viveram em tempos remotos, mas “seres humanos de carne e osso” ou figuras oriundas da literatura, do cinema, das histórias em quadrinhos, etc. – da imaginação fabuladora, portanto -, que têm a capacidade de realizar os mais íntimos desejos de seus cultuadores. Movido por aspirações íntimas, premido por necessidades de todos os tipos, convocado pela propaganda a adquirir um determinado status, desejoso de se afirmar perante os outros, mas limitado economicamente, intelectualmente, em talento ou pelas próprias circunstâncias, o homem vê-se incapaz de atingir aquilo a que aspira ou o que dele se cobra. Temos aqui os ingredientes básicos para a vivência mítica: alguém realiza os anseios de fama, glória, riqueza, status, etc. Dá-se, no caso, um processo de aproximação entre o homem e o ídolo. O ídolo realiza, de fato ou virtualmente, aquilo que ele, o homem, não consegue realizar. Os ídolos são criados da noite para o dia e são facilmente substituídos por outros. Acrescente-se a isto o alto faturamento financeiro no caso da mitificação de uma banda de música ou de um jogador de futebol, só para citar alguns exemplos. Os meios de comunicação produzem e destroem os “ídolos” da noite para o dia. (HRYNIEWICZ, 2002).
Você identifica quem são os maiores beneficiados com a veiculação destas propagandas?
Algumas empresas utilizam-se da imagem de ídolos esportivos com a intenção de dar mais credibilidade a seu produto. Esses atletas são representações do mito moderno, utilizados como “modelo” de corpo perfeito e de sucesso, vinculando-se o produto apresentado à sua imagem.
Aqui devemos esclarecer o que é mito e mito moderno.
Mito
Do grego mýthos, significa palavra, discurso, ação de recitar, mensagem, anúncio. Relata grandes eventos, grandes feitos dos antepassados, dos deuses, dos heróis. E, quando o mito é contado”, merece adesão por parte daqueles que ouvem: é verdadeiro e deve ser aceito como tal. Distingue- se da lenda, considerada uma narrativa não verídica. Saúde é o que interessa! O resto não tem pressa! 133
Educação Física
Mito moderno
Refere-se ao mito do super-herói, da estrela de cinema, do grande desportista, etc. Observe-se que, no caso dos mitos modernos, os ídolos despem-se do caráter sagrado, como no mito primitivo. Não são deuses nem espíritos que viveram em tempos remotos, mas “seres humanos de carne e osso” ou figuras oriundas da literatura, do cinema, das histórias em quadrinhos, etc. – da imaginação fabuladora, portanto -, que têm a capacidade de realizar os mais íntimos desejos de seus cultuadores. Movido por aspirações íntimas, premido por necessidades de todos os tipos, convocado pela propaganda a adquirir um determinado status, desejoso de se afirmar perante os outros, mas limitado economicamente, intelectualmente, em talento ou pelas próprias circunstâncias, o homem vê-se incapaz de atingir aquilo a que aspira ou o que dele se cobra. Temos aqui os ingredientes básicos para a vivência mítica: alguém realiza os anseios de fama, glória, riqueza, status, etc. Dá-se, no caso, um processo de aproximação entre o homem e o ídolo. O ídolo realiza, de fato ou virtualmente, aquilo que ele, o homem, não consegue realizar. Os ídolos são criados da noite para o dia e são facilmente substituídos por outros. Acrescente-se a isto o alto faturamento financeiro no caso da mitificação de uma banda de música ou de um jogador de futebol, só para citar alguns exemplos. Os meios de comunicação produzem e destroem os “ídolos” da noite para o dia. (HRYNIEWICZ, 2002).
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